Tão fora do contexto atual das relações velozes, o conto de Esopo deixa saudades de quando a pergunta sobre quem ia levar a melhor era tão simples.
A RAPOSA OU O CORVO? "Estava o corvo num galho com um queijo no bico. A raposa quando viu, começou a pensar num jeito de conseguir o pitéu. Olhou para cima e disse:
_ Como voçê é bonito, amigo. Que penas lindas e que cores! Será que a sua voz é tão bonita quanto voçê? Se for, voçê deve ser o rei dos passarinhos!
O corvo ficou todo prosa e, para soltar a voz, abriu o bico. E lá veio o queijo direto para a boca da raposa".
"Quem tudo quer, tudo perde".



Mas um amigo é um homem são, que exercita a mim mesmo e não a minha engenhosidade. Ele me oferece entretenimento sem impor qualquer retribuição de minha parte. Um amigo, portanto, é uma espécie de paradoxo na natureza."¹


